v2.0

Subprocesso de Agentes

A etapa Chamar Agente: um agente dispara outro agente publicado como subprocesso, passa parâmetros, espera o retorno e recebe de volta variáveis, status e erro.

Em resumo

As etapas de agentes

No + do fluxo, o grupo Orquestração de Agentes tem quatro etapas. Parâmetros de entrada, comportamento a cada disparo, retorno, créditos e dado sensível são comuns a Chamar Agente, Paralelizar Agentes e Aguardar Agentes e estão documentados nesta página. A página de Paralelizar Agentes descreve só o que é específico das outras duas.

Etapa no menuO que fazOnde está documentada
Chamar AgenteDispara um agente e trata o retorno dele.Esta página.
Paralelizar AgentesDispara vários agentes de uma vez, cada um com os seus parâmetros de entrada, comportamento a cada disparo e retorno. Também é onde mora o segundo nível de paralelismo, uma execução por item de uma lista. A partir do plano Professional; nos outros aparece travada no +, com o motivo.Paralelizar Agentes
Aguardar AgentesOpcional e independente das outras duas. Num ponto do fluxo, espera as execuções disparadas em Não esperar, de um Chamar Agente ou de um Paralelizar Agentes, e informa como terminaram, sem interromper o fluxo até ali.Paralelizar Agentes → Aguardar Agentes
Criar Etapa AgênticaUm modelo de IA de chat decide, a cada volta, quais ferramentas chamar entre as autorizadas (agentes da plataforma e conectores configurados), até entregar os campos declarados na Saída.Etapa Agêntica
Fluxo com uma Etapa Agêntica com o modelo Claude e cinco ferramentas na órbita, um Paralelizar Agentes com Neo, Trinity e Morpheus, a Regra Customizada Calcula Resultado, a Decisão de Rota Produto Válido? e, num dos ramos, um Aguardar Agentes esperando o Neo antes do nó de junção
Etapas de agentes num fluxo: a Etapa Agêntica, com o modelo no núcleo e as ferramentas na órbita; o Paralelizar Agentes dispara Neo, Trinity e Morpheus; seguem a Regra Customizada Calcula Resultado e a Decisão de Rota Produto Válido?; num dos ramos, o Aguardar Agentes espera o Neo antes do nó de junção.

A seção Distribuição do processamento aparece no painel quando uma etapa dispara mais de uma execução ao mesmo tempo. Detalhes: Balancear Carga dos Agentes.

Para que serve

Um agente que consulta um CNPJ, outro que emite uma nota, outro que avisa o cliente. Cada um resolve uma coisa e pode ser testado, versionado e compartilhado por conta própria. Chamar Agente é o que deixa um fluxo maior usar esses agentes como peças, sem copiar as etapas deles para dentro: o pai passa o que o filho precisa e escolhe como esperar por ele. Fica até ele terminar, fica até um prazo, segue assim que ele responder, ou dispara e segue, lendo o desfecho mais à frente.

Três situações em que isso é a forma certa de montar:

É uma execução de verdade, não uma sub-rotina

O agente chamado roda como se tivesse sido disparado por API: no ambiente dele, com o log dele, contando na cota de execuções da empresa. O que muda é quem disparou e para onde o resultado volta.

Como se cria

  1. Publique o agente que será chamado. Só a versão publicada pode ser chamada. Um agente que ainda está em desenvolvimento aparece na lista, mas desabilitado, com o motivo.
  2. No fluxo do pai, clique no + (no fim do fluxo, ou no + de uma seta para inserir no meio) e, no grupo Orquestração de Agentes, escolha Chamar Agente.
  3. Abra a etapa e escolha o agente. A lista traz os agentes do dono deste processo e os que foram compartilhados com ele com permissão de executar (é o dono que o sistema confere ao disparar, mesmo quando outra pessoa edita o fluxo). Um agente não pode chamar a si mesmo.

Outro jeito de criar: arrastar o agente do painel Agentes para o Processo, e a etapa já nasce chamando ele. Detalhes: O painel Agentes.

Menu do + do fluxo com os grupos Fluxo do Processo e Orquestração de Agentes, e Chamar Agente em destaque no grupo Orquestração de Agentes, acima de Paralelizar Agentes, Aguardar Agentes e Criar Etapa Agêntica
O menu do +: o grupo Fluxo do Processo cria as etapas de sempre e o Clonar Etapas Existentes; o grupo Orquestração de Agentes cria as etapas de agentes, com Chamar Agente em destaque.

A etapa nasce como etapa de Execução com a ação já definida: ela não troca de tipo depois. O que se configura é a chamada em si. A opção Clonar do mesmo menu não lista as etapas de agentes: uma chamada se cria de novo, escolhendo o agente, e não por cópia.

Ela não tem nome próprio. No fluxo, no log e nos seletores de variáveis, a etapa Chamar Agente aparece com o nome do agente chamado.

O painel Agentes

O ícone Agentes, na segunda fileira do cabeçalho do Agent Builder, ao lado do Conectores, abre um painel lateral com os agentes que o processo pode chamar. É a mesma lista do botão Escolher agente: os agentes do dono do processo e os compartilhados com ele com permissão de executar. O campo Buscar agente filtra pelo nick, pelo nome do processo e pela descrição.

Painel Agentes aberto pelo cabeçalho, com o título Arraste e solte no Processo ou nas Etapas de Agentes, o campo Buscar agente e a lista de cards; Matrix aparece bloqueado com este agente (não chama a si mesmo) e RPA com sem versão publicada
O painel Agentes: o campo Buscar agente e um card por agente, com o nick e, embaixo, o nome do processo. O Matrix, que é o agente aberto no editor, e o RPA, sem versão publicada, aparecem bloqueados, com o motivo no lugar do nome do processo.

Arrastar um agente para o fluxo

Arraste o card do agente para o canvas. O que acontece depende de onde ele é solto:

Onde soltouO que acontece
No Processo, em qualquer ponto fora das etapas de agentesUma etapa Chamar Agente nasce no fim do fluxo, já chamando o agente, no modo Esperar finalizar. As entradas e os retornos se configuram no painel da etapa.
Num Chamar AgentePassa a ser o agente chamado. Se a etapa já chamava outro, pede confirmação e troca: as entradas e os retornos do agente anterior saem. O agente que já é o chamado é recusado.
Num Paralelizar AgentesEntra mais um agente na etapa, até seis. Detalhes: Paralelizar Agentes → No fluxo visual.
Numa Etapa AgênticaVira uma ferramenta da etapa. Detalhes: Etapa Agêntica → Arrastar para dentro do card.
Num Aguardar AgentesRecusado: a etapa espera disparos feitos antes no fluxo, e quais se escolhe no painel dela. Detalhes: Paralelizar Agentes → Aguardar Agentes.

O soltar só vale com uma versão de desenvolvimento aberta. O agente precisa ser um que o dono do processo também alcança, porque a execução roda com o acesso dele; fora disso o soltar é recusado com o motivo. Enquanto o card é arrastado sobre uma etapa de agente, uma pílula acima dele diz a ação. Detalhes do arrastar e soltar de agentes e conectores: Agent Builder → Criar ou configurar uma etapa arrastando do painel.

No fluxo visual

Card da etapa Chamar Agente no fluxo: avatar e nome do agente chamado, e o chip 'dispara e segue' no canto
O card da etapa Chamar Agente: o avatar e o nome do agente chamado, e no canto o chip que diz como o pai espera. Aqui, dispara e segue.

A espera: o mecanismo central

Chamar um agente não é "chamar e ficar parado até ele terminar". O que dá forma à chamada é o Comportamento a cada disparo: a cada chamada, o pai escolhe se fica, por quanto tempo fica, se segue assim que o agente responder, ou se dispara e segue sem esperar, lendo o desfecho mais à frente. É essa escolha que faz o mesmo recurso servir para uma consulta rápida no meio do fluxo, para um trabalho longo que roda enquanto o pai faz outra coisa, e para um aviso que ninguém precisa esperar. O chip no canto do card, no fluxo, diz o modo escolhido.

⏳
Esperar finalizar
O pai fica na etapa até o agente chamado terminar, sem limite de tempo. As variáveis pedidas já estão prontas na etapa seguinte. No card: aguarda o fim.
⏱️
Esperar até um prazo
O pai espera até N segundos, de 1 a 120. Estourou, a etapa falha e o agente chamado continua rodando. No card: aguarda até N s.
⚡
Esperar a resposta antecipada
O pai segue assim que o agente chamado responder pelo Webhook Response, antes de terminar. Recebe o corpo da resposta. No card: antecipada.
✈️
Não esperar
O pai dispara e segue na hora. O retorno pedido chega em segundo plano quando o agente terminar. No card: dispara e segue.
ModoO que o pai fazO que volta
Não esperarDispara e segue na hora. O que foi disparado roda sozinho: parar ou pausar o pai não o alcança. Um Aguardar Agentes mais à frente pode esperar por ele.Se você pedir retornos, eles são gravados em segundo plano quando o agente terminar; até lá o status vale RUNNING. Sem retornos pedidos, nada.
Esperar finalizarFica na etapa até o agente chamado terminar, sem limite de tempo.O status e as variáveis pedidas.
Esperar até um prazoEspera o agente chamado terminar até o prazo que você define, de 1 a 120 segundos. Estourou, a etapa falha e o agente chamado continua rodando.O status e as variáveis pedidas, se chegaram a tempo.
Esperar a resposta antecipadaSegue assim que o agente chamado responder pelo Webhook Response, antes de terminar. Se o agente terminar dentro do prazo sem ter respondido, vale o fim dele. Sem resposta nem fim no prazo, a etapa falha.O corpo dessa resposta. As variáveis do agente ainda não existem nesse momento.

O prazo é sempre da etapa do pai, não do agente chamado nem do Webhook Response dele: é quanto o pai aceita esperar. Cada chamada pode esperar um tempo diferente do mesmo agente.

Qual modo usar

Você precisa deModoPor quê
Um dado do agente chamado na etapa seguinte, e o fluxo não tem o que fazer enquanto issoEsperar finalizarAs variáveis de retorno já estão prontas quando o fluxo segue. É o modo padrão.
O mesmo, mas o fluxo não pode ficar preso se o agente demorarEsperar até um prazoPassou do prazo, a etapa falha e a Gestão de Erros decide: tentar de novo, contornar, encerrar.
Uma confirmação rápida de um agente que ainda vai trabalhar muito depois delaEsperar a resposta antecipadaO agente chamado responde pelo Webhook Response no ponto que ele escolher e continua; o pai não espera o resto do trabalho dele.
Deixar o agente trabalhando enquanto o pai faz outra coisa, e ler o resultado depoisNão esperar, com retornos pedidosO status nasce RUNNING e vira o desfecho quando o agente termina. Uma Decisão de Rota lê mais à frente.
Garantir, num ponto do fluxo, que a execução disparada terminou antes de seguirNão esperar, mais um Aguardar Agentes nesse pontoO fluxo para no Aguardar até a execução terminar ou até o teto configurado. Vale para uma chamada só. Detalhes: Aguardar Agentes com uma chamada só.
Só disparar: um aviso, um registro, algo que ninguém precisa esperarNão esperar, sem retornosNada volta ao pai. Parar ou pausar o pai não alcança o que foi disparado.
A espera é por chamada, não por agente

O mesmo agente pode ser chamado em Esperar finalizar num ponto do fluxo e em Não esperar em outro. Num Paralelizar Agentes, cada agente da lista tem a sua própria espera, e é a combinação delas que desenha o paralelismo: o que é rápido e indispensável espera, o que é lento dispara e segue. O Aguardar Agentes, opcional, reúne num ponto do fluxo o que ficou rodando.

Como se configura

Tudo fica no painel da etapa, na seção Agente chamado. O botão Escolher agente abre a lista dos agentes que o dono do processo pode chamar (os dele e os compartilhados com permissão de executar), e o agente escolhido aparece no alto, com o avatar, o nick do agente em destaque e, embaixo, o nome do processo dele. Trocar agente abre a mesma lista de novo. O agente em edição e os que ainda não foram publicados aparecem na lista, mas bloqueados, com o motivo. Arrastar um agente do painel Agentes para o card da etapa também o escolhe. Detalhes: Arrastar um agente para o fluxo.

Parâmetros de entrada do agente chamado

Aparecem os parâmetros que o agente chamado recebe (a Matrix dele), pelo nome que o dono deu. Cada linha lê no sentido do fluxo: à esquerda o valor no pai (um texto, uma variável {variavel}, ou os dois misturados), à direita o parâmetro no agente que o recebe. O que ficar em branco chega vazio.

O agente chamado lê cada valor pelo tipo do parâmetro dele: uma Moeda aceita tanto a Moeda do pai quanto um texto raspado como R$ 1.234,90, e um Verdadeiro/Falso aceita sim. Detalhes: Como o tipo é aplicado.

Um parâmetro do tipo Secreto aparece marcado. O valor que você mandar para ele é tratado como sensível na execução do agente chamado, do mesmo jeito que se tivesse vindo por API.

Parâmetros de entrada do agente chamado, com a coluna O que cada execução recebe ligada à coluna Parâmetro no agente; abaixo, o Comportamento a cada disparo com Não esperar, Esperar finalizar, Esperar até um prazo e Esperar a resposta antecipada
Os Parâmetros de entrada do agente chamado e, abaixo, o Comportamento a cada disparo. A etapa da imagem tem Disparar por cada item de uma lista ligado, por isso a primeira coluna se chama O que cada execução recebe; numa chamada simples, ela se chama Valor no chamador.

Comportamento a cada disparo

Os quatro modos, o prazo e o guia de qual usar estão na seção A espera: o mecanismo central, acima. A escolha é por chamada: a mesma etapa pode trocar de modo a qualquer momento, e o chip no card do fluxo acompanha.

Retorno do agente chamado

Seção Retorno do agente chamado com o campo Armazenar cada retorno em uma lista e um campo do registro: Do agente com Variável do agente, Registro na lista e a marca Sensível
O Retorno do agente chamado. Cada linha escolhe o que pegar do agente e onde guardar. A etapa da imagem tem Disparar por cada item de uma lista ligado: o campo de cima armazena cada retorno em uma lista, e a segunda fileira de cada linha se chama Registro na lista; numa chamada simples, ela se chama No chamador.

Cada linha diz o que pegar do agente chamado e em qual variável do pai guardar, também no sentido do fluxo: na primeira fileira, o que sai do agente; na segunda, a variável do pai que recebe, com a marca de sensível ao lado:

A variável do pai se digita do mesmo jeito, só o nome. Sem nenhuma linha de retorno, nada é gravado no pai: o status só decide se a etapa falha. As variáveis criadas aqui aparecem nos seletores das etapas seguintes, como as de qualquer outra etapa.

Disparar por cada item de uma lista e Distribuição do processamento

O painel tem ainda a seção que liga Disparar por cada item de uma lista: em vez de uma execução, a etapa dispara uma por item de uma lista (uma variável do tipo Lista, uma variável gravada por script ou os itens digitados), todas ao mesmo tempo, e o retorno passa a ser uma lista de registros. Uma execução que falha não interrompe as outras: a lista roda até o fim, e cada registro diz como o seu item terminou. No plano Free o Ambiente Runtime roda uma execução por vez: as execuções saem juntas e rodam uma depois da outra, na fila do runtime. Detalhes: Paralelizar Agentes → O segundo nível: Disparar por cada item de uma lista. Com ela ligada aparecem também as seções Modo de enfileiramento do disparo e Distribuição do processamento. Detalhes: Balancear Carga dos Agentes.

Onde se altera depois

Sempre no painel da etapa do pai. O nick, o nome do processo, o avatar e a descrição que o card mostra vêm do cadastro do agente chamado: renomear o agente lá muda o card aqui na próxima abertura do fluxo. Os parâmetros também: se o dono do agente criar um parâmetro novo, ele aparece nos Parâmetros de entrada da sua etapa na próxima vez que você a abrir.

O que volta ao pai

Só o que você pediu na seção Retorno do agente chamado, mais o status. Nunca voltam variáveis do sistema, arquivos e imagens (o conteúdo de um download, uma evidência), nem valores do Cofre. Uma variável que passa do tamanho permitido também fica de fora. O que ficou retido é dito no log do pai, com o motivo, para não parecer que a variável nunca existiu.

A variável do pai que recebe cada retorno tem o nome que você escolher, menos o de uma variável de sistema: a tela recusa esse nome ao salvar a etapa.

O caminho do retorno depende de onde os dois rodam. No mesmo runtime, ele passa direto na memória: nada é gravado. Em runtimes diferentes, ele viaja cifrado com uma chave que existe só na memória do runtime do pai, e é apagado assim que é lido. Se o runtime do pai reiniciar no meio, a chave some com ele e o retorno é descartado: a etapa falha, sem expor nada.

Disparar e seguir, consultando depois

Em Não esperar, a etapa do pai termina na hora, mas o retorno que você pedir continua valendo: quando o agente chamado terminar, o status, a mensagem de erro, a etapa em que falhou e as variáveis pedidas são gravados no pai em segundo plano, sem segurar nenhuma etapa. No disparo, a variável do status recebe RUNNING; as demais só existem quando o retorno chega.

É assim que se deixa um agente trabalhando de verdade em paralelo com o fluxo: dispare no começo, faça o resto e, mais à frente, leia as variáveis. Uma Decisão de Rota sobre {crm_status} separa o que terminou bem (FINALIZED), o que falhou (ERROR e os demais status) e o que ainda roda (RUNNING); terminou bem, use {crm_protocolo}; falhou, {crm_erro} e {crm_etapa} dizem o quê e onde. As variáveis mudam por evento, no momento em que o retorno chega, não por uma etapa do pai.

Nada obriga o pai a esperar depois: o retorno chega sozinho. Para garantir, num ponto do fluxo, que a execução terminou, ou conferir como terminou, use a etapa opcional Aguardar Agentes. Detalhes: Aguardar Agentes com uma chamada só.

Dois limites a conhecer: o pai que termina antes do agente chamado não recebe mais nada (o retorno que chegar depois é descartado, com aviso no log do runtime); e uma nova tentativa da etapa, pela Gestão de Erros, dispara o agente de novo.

Aguardar Agentes com uma chamada só

O Aguardar Agentes espera as execuções disparadas em Não esperar antes dele no fluxo, venham de um Chamar Agente ou de um Paralelizar Agentes. Uma etapa Chamar Agente sozinha, em Não esperar, já pode ser aguardada: não é preciso um Paralelizar Agentes.

  1. Deixe a chamada em Não esperar e, no Retorno do agente chamado, peça ao menos o status da execução e a mensagem de erro. Sem retorno pedido, o Aguardar sabe que a execução terminou, mas não como.
  2. Crie o Aguardar Agentes no ponto do fluxo em que a execução precisa ter terminado, pelo +, grupo Orquestração de Agentes. Ele só enxerga o que foi disparado antes dele.
  3. Em "O que aguardar", escolha Todos os agentes disparados sem esperar antes desta etapa ou Só estes agentes, marcando a chamada. Cada chamada aparece com o nome do agente chamado e a variável onde o desfecho dela fica.
  4. Preencha o campo Prefixo Identificador desta Etapa. Ele identifica a etapa nas variáveis que ela grava: {agentWaiter.<prefixo>.status} (FINALIZED, ERROR ou TIMEOUT), .total, .failed, .pending e as demais.

Detalhes do Aguardar Agentes (teto de espera, o que fazer quando ele estoura ou quando um aguardado falha, e todas as variáveis da espera): Paralelizar Agentes → Aguardar Agentes.

Dado sensível entre agentes

Uma variável marcada como dado sensível no agente chamado não é devolvida ao pai por padrão, mesmo que o pai a peça: o log do pai diz que ela foi retida por isso. Quem decide liberar é o dono do agente chamado, nas Configurações do Agente dele, no campo de variáveis sensíveis liberadas para quem o chama.

Uma variável liberada chega ao pai com a marca: ela continua sensível na execução do pai, não aparece no log dele nem nas exportações, e o pai não a desmarca. O mesmo vale para o corpo do Webhook Response quando ele carrega um valor sensível: o dono libera o corpo por inteiro, e tudo o que o pai tirar dele nasce marcado.

No sentido contrário, do pai para o agente chamado, um valor sensível só entra num parâmetro do tipo Secreto. Se a entrada leva dado sensível a um parâmetro comum, nada é disparado e a etapa falha dizendo isso.

Ciclo de vida, créditos e limites

Limites e tetos

LimiteValorO que acontece ao passarContorno
Prazo de espera (Esperar até um prazo, resposta antecipada)1 a 120 segundosEstourou: a etapa falha e o agente chamado continua rodando até o fim dele.Esperar finalizar não tem prazo escolhido (mas desiste em 24 horas); Não esperar com um Aguardar Agentes aceita teto de até 24 horas.
Esperar finalizar (sem prazo escolhido)Teto de 24 horasPassou: a etapa falha como um prazo estourado, com o status TIMEOUT, e o agente chamado continua rodando. O log avisa desde o começo que a plataforma desiste em 24 h.Trabalho de mais de um dia pede lotes separados, por agendamento.
Profundidade de chamadas5 níveisO disparo é recusado antes de sair, e a etapa falha.Achatar a cadeia: quem está no alto chama os de baixo diretamente.
Agente que chama a si mesmo, direta ou indiretamenteNão permitidoRecusado antes de disparar.Um laço dentro do próprio fluxo (Loop) faz o mesmo sem outra execução.
Teto do runtime do agente chamado (Enfileirar Jobs com número)Do cadastro do ambienteA execução espera vaga na fila; o pai que espera solta a vaga dele.Suba o teto, ou reparta entre máquinas com Balancear Carga dos Agentes.
Teto do agente chamado (Execuções ao mesmo tempo)0 é sem teto; 1 ou maisA execução espera vaga sem tomar a vez dos outros agentes.Se o sistema de destino aceita mais acessos, suba o número nas configurações do agente.
Créditos1 por execução do agente chamado, além do crédito do paiSem saldo, nada é disparado e a etapa falha.Confira o saldo em Meus Agentes.
PlanoChamar Agente e Aguardar Agentes em todos; Paralelizar Agentes e distribuição a partir do ProfessionalNo Free, Paralelizar Agentes aparece travado no +; uma etapa dele (importada, ou de quando o plano comportava) vira pendência e a execução é recusada. O runtime roda uma execução por vez.Um Chamar Agente por agente, em sequência; ou mudar de plano.
Vários agentes ou vários itensLimites de lote (6 agentes, 5000 execuções, 20 runtimes): Paralelizar Agentes → Limites, créditos e ciclo de vida.

Quando algo dá errado

SituaçãoO que acontece
O agente chamado terminou com falhaA etapa do pai falha com o status dele na mensagem, e entra na Gestão de Erros da etapa: nova tentativa, contorno ou fim do processo, como você configurou.
O prazo acabou sem retornoA etapa falha. O agente chamado continua rodando até o fim dele.
O runtime do agente chamado está desligadoSem Manter fluxo offline, a chamada é recusada na hora. Com ela ligada, a execução espera na fila do ambiente até o runtime voltar, e o pai espera junto até o prazo. Se ninguém está esperando por ela, a execução fica na fila pelo tempo que for. Se o pai está esperando e o runtime não volta em 30 minutos, a plataforma cancela a execução e devolve a falha ao pai, como descrito em Quando o runtime do agente chamado sai do ar.
O runtime do agente chamado cai no meio da execuçãoO pai não fica esperando para sempre. A plataforma percebe e devolve a ele o status CRASHED, com o motivo, e a etapa entra na Gestão de Erros. Veja Quando o runtime do agente chamado sai do ar.
O runtime do agente chamado está desatualizadoNada é disparado. A etapa falha dizendo qual ambiente precisa ter o runtime atualizado. Sem essa recusa o pai esperaria 30 minutos por um retorno que nunca viria.
O runtime do agente chamado está no teto (Enfileirar Jobs com número, ou o teto do próprio agente)A execução espera vaga na fila do ambiente dele, na frente das execuções de sempre. O pai, se espera, solta a vaga dele enquanto isso. O log do pai diz "iniciada" porque o Router a entregou; a espera conta no prazo, se houver.
Créditos insuficientesNada é disparado. A etapa falha dizendo quantos créditos a etapa precisa e quantos a empresa tem.
O agente chamado foi removido, despublicado ou o compartilhamento acabouA etapa aparece como pendência no fluxo do pai e a chamada é recusada na execução. Ao apagar um agente da sua conta, a lista de agentes avisa antes quais dos seus agentes o chamam.
Um valor do pai não cabe no tipo do parâmetro do agente chamado (texto num Número, por exemplo)Valor fixo: a etapa não salva, e o aviso diz o agente, o parâmetro e o tipo. Valor que vem de uma variável: a execução do agente chamado falha antes da primeira etapa, dizendo qual parâmetro e qual tipo, e a falha volta ao pai como qualquer outra.
Uma entrada do pai leva dado sensível para um parâmetro que não é do tipo SecretoNada é disparado. A etapa falha dizendo que dado sensível só pode ir para um parâmetro do tipo Secreto do agente chamado.
O pai terminou antes de um agente disparado sem esperarO retorno que chegar depois não tem a quem ser entregue e é descartado, com aviso no log do runtime. O que já estava gravado no pai fica como estava.
O runtime do pai reiniciou enquanto esperavaO retorno que chegar depois é descartado: a chave que o abria morreu com o runtime, e o pai que esperava não existe mais.
A etapa roda de novo (nova tentativa da Gestão de Erros, ou um laço que volta a ela) com uma execução da vez anterior ainda rodandoA execução de agora é nova e independente, e cobra o seu crédito: a anterior não é parada, porque ela pode estar no meio de um trabalho que não se desfaz. O log avisa; para interrompê-la, use o Control Room.

Quando o runtime do agente chamado sai do ar

Boa prática: nunca espere sem teto

A plataforma cobre o runtime que cai ou fica desligado, descrito abaixo, mas não tem como saber que uma execução viva vai demorar mais do que deveria. Por isso, sempre ponha um teto em quem espera: Esperar até um prazo na etapa, ou Não esperar com um Aguardar Agentes com teto (até 24 horas) mais à frente. E mantenha o Limitador de Ações do agente chamado no tamanho real do trabalho: é ele que encerra um agente preso num laço.

Quem avisa que uma execução terminou é o runtime que a executou. Se ele sai do ar no meio, esse aviso não chega, e o agente que espera ficaria parado: com Esperar finalizar não há prazo escolhido, e o Aguardar Agentes pode ser configurado sem teto. A plataforma cobre isso sozinha, porque ela enxerga os dois runtimes, o de quem chama e o de quem é chamado.

De tempos em tempos, cada chamada em aberto é conferida. O desfecho depende do que se encontra:

O que se encontraO que acontece
A execução está rodandoNada. É o caso normal, e o retorno chega pelo caminho de sempre. Se ela seguir viva sem nunca terminar, quem libera o pai é o teto de quem espera: o prazo escolhido ou, para quem espera sem prazo, as 24 horas, quando a etapa falha como um prazo estourado e a execução chamada continua rodando.
Ela está na fila e o runtime está ligadoNada. Ela vai começar.
Ela está na fila de um runtime desligado que faz parte de uma distribuição (Distribuir entre runtimes)Passados 2 minutos desde o último sinal do runtime, ela sai da fila dele e entra na do runtime ligado menos carregado da mesma distribuição, com ou sem alguém esperando por ela, e o retorno chega ao pai pelo caminho de sempre. A que leva parâmetro Secreto fica onde está (o valor vai cifrado para aquela máquina), e sem outro runtime ligado na distribuição valem as duas linhas abaixo.
Ela está na fila, o runtime está desligado e o pai espera por elaPassados 30 minutos desde o último sinal do runtime, a execução é cancelada e sai da fila, e o pai recebe a falha dizendo qual runtime está fora. O cancelamento evita que ela rode horas depois, sozinha, para um chamador que já desistiu.
Ela está na fila, o runtime está desligado e ninguém espera por elaNada. Ela fica na fila e roda quando o runtime voltar, que é o que Manter fluxo offline promete.
Ela não está rodando nem na fila, e o retorno não chegouO pai recebe a falha. Com o runtime do agente chamado desligado, isso leva 5 minutos. Com ele ligado, a espera é de 30 minutos, porque aí a explicação mais provável é boa: o retorno está a caminho, ou a execução segue viva.
O agente que chamou já terminou, foi parado, ou o runtime dele caiuNão há a quem entregar nada. O vínculo entre os dois é apagado e a execução chamada segue o seu caminho.

A falha chega ao pai como qualquer outro retorno, cifrada em trânsito, e vale como resposta do agente chamado: o status fica CRASHED, a mensagem explica o que houve, e a etapa entra na Gestão de Erros com nova tentativa, contorno ou parada, como você configurou. Num disparo Não esperar que tem retorno mapeado, ou que é aguardado mais à frente, a mesma falha aparece nas variáveis daquele disparo e no Aguardar Agentes.

Nada disso muda a promessa do modo fila: uma execução que ninguém espera continua guardada até o runtime voltar. A intervenção existe só onde há alguém parado esperando, e é por isso que ela nunca alcança um disparo do tipo dispara e segue sem retorno.

Tudo isso fica no log do pai, na linguagem de sempre: "Chamando agente X", "Aguardando o retorno de X", "Agente X terminou", com o que foi recebido e o que foi retido. Os valores em si não aparecem no log.